Luísa Sonza recorda crise de pânico em avião: “Achei que iam me matar”

Cantora diz que nem antidepressivos estavam ajudando após sofrer duros ataques dentro e fora da web.

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Luísa Sonza revela crise
Reprodução: Instagram

Luísa Sonza constantemente fala sobre saúde mental com seus fãs e recorda o dia que teve crise do pânico em um avião. Em entrevista ao ‘Saia Justa’, do canal GNT, desta última quarta-feira (11), a cantora comenta como lida com a situação e revela que chegou em uma época que nem medicamentos a faziam ficar mais calma.

Luísa Sonza recorda crise de pânico em avião

A cantora começa explicando que é tudo uma fase e não consegue afirmar como está se sentindo. “É complicado falar sobre isso, porque muitas vezes ou eu encaro ou eu simplesmente prefiro viver numa realidade paralela em que não entro em contato. Quando eu fico um pouco melhor, é porque eu não estou em contato com isso”, explica.

Ademais, a cantora afirma que perdeu o controle quando as ondas de ódio contra ela começaram a ficar mais frequentes e nem medicamentos funcionavam mais. “Não sabia mais o que fazer, minha mente não aguentava mais. Terapia, remédios, não faziam efeito. Eu estava com medo de morrer. Aluguei um barco no meio do mar e as pessoas me xingavam. Passavam de jet ski me xingando”, recorda.

Aliás, Luísa já precisou deixar um avião devido a uma crise de pânico fortíssima. “Eu ia para a minha primeira viagem depois das coisas terem voltado (após a pandemia). Entrei no avião, na época as pessoas me olhavam feio, era atacada na rua. Entrei com segurança porque eu estava com ameaça de morte. A gente sempre tem, vivo direto, mas nessa época era mais sério, de foto de arma, o cara sabia meu endereço. E era uma pessoa do lugar que eu estava indo”, começa.

Para deixar a aeronave, Luísa precisou de ajuda: “Entrei (no avião) e um homem colocou uma mala preta do meu lado. E foi para o fundo do avião. Achei que ele ia me matar. Tive uma crise que me impediu de andar. A aeromoça me ajudou e eu não consegui fazer a viagem, tive uma crise de pânico. Voltei para casa e minha equipe me apoiou porque minha família estava longe”, lamenta, por fim.

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