Juliette rebate críticas de haters: “Vão escutar sotaque nordestino em publicidades sim”

A grande vencedora do BBB 21 se mantém fiel ao seu sotaque nordestino

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Juliette desabafou nas redes sociais, na tarde desta sexta-feira (10), após receber uma série de comentários xenofóbicos sobre seu sotaque. A vencedora do BBB 21 mandou um recado certeiro e afirmou que nunca fará nada que apagará suas origens.

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“Eu tava lendo uns comentários ainda agora. E, gente, eu recebo uns haters tão escr*tos que eu fico sem acreditar. Eu juro pra vocês que eu não fico triste; uns eu fico rindo, e outros eu fico irritada mesmo, principalmente os xenofóbicos”, começou ela, bastante irritada: “Muita coisa sobre o meu sotaque. ‘Por que ela não neutraliza esse sotaque?’, ‘Por que ela não canta música como ela é?’. Umas coisas bizarras”.

Juliette explica que a xenofobia está enraizada na sociedade brasileira e, por isso, não sossegará até quebrar essas barreiras: “Vou explicar para vocês o quanto isso ainda é forte, o quanto isso ainda é enraizado e naturalizado na nossa sociedade para vocês entenderem o que acontece. Vou deixar um recado para os haters porque hoje eu estou irritada: Vão escutar sotaque nordestino em publicidades, em grandes publicidades, sim! Porque nós somos múltiplos, nós [os nordestinos] consumimos outros tipos de música além do forró, além da nossa cultura tão bonita, a gente canta rock, rap, funk, hip-hop… Tudo também, sabia?”.

Juliette ficou aliviada ao receber apoio de artistas após ‘treta’ com Samantha Schmütz

Juliette ficou bastante chateada ao ter sua carreira como cantora questionada por Samantha Schmütz, apesar da atriz já ter se desculpado pelas afirmações. Em entrevista ao site Quem, em 28 de maio dese ano, a ex-BBB revelou, portanto, que sentia um alívio quando recebe elogios e tem sua carreira legitimizada por grandes nomes da indústria.

Indagada sobre suas apresentações, a vencedora do BBB 21 admitiu: “Fiz poucos shows e ainda fico em pânico em todos eles. Morro de medo e de ansiedade. Quando eu entro no palco, só depois da terceira música que eu começo a respirar. Eu fico em apneia até esse momento. Fico tensa. Só quando consigo relaxar é que eu sinto essa energia das pessoas chorando, sorrindo, pulando… É uma troca muito boa, que me faz ver que tudo vale a pena. A guerra que eu enfrentei agora vale a pena. É um caminho e eu estou nele”.

 

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