Itália volta a ter linha crescente de casos de COVID-19

País passou praticamente dois meses com números em queda

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Os italianos começam a ficar preocupado novamente com a quantidade de novos diagnósticos positivos registrados no país. O Ministério da Saúde da Itália faz um balanço diário de quantos mortos e doentes estão contabilizados e já faz cinco dias que a quantidade de casos vai aumentando entre um dia e outro.

Entre os dias 28 e 29 de junho, o país viu o número de casos diminuir e isso permitiu que os cidadãos e os profissionais de Saúde respirassem aliviados, mas o aumento recomeçou no dia seguinte e seguiu em um ritmo constante.

Ontem (4), o país também teve um crescimento na quantidade de óbitos: foram 21 em um período de 24 horas. Já no dia 3, o país tinha apresentado 15 óbitos e, mesmo que pareça uma diferença muito pequena, é preciso lembrar que os italianos viveram um pesadelo de grandes proporções com o surto de COVID-19 que teve este ano.

No momento, a Itália tem 940 cidadãos recebendo o tratamento contra coronavírus em algum hospital, havendo redução também na quantidade total de pessoas que estão doentes, mas se tratando em casa, com sintomas mais leves.

Isolamento social na Itália acabou há quase dois meses

O governo italiano foi rigoroso com relação ao isolamento social: os cidadãos ficaram praticamente enclausurados, sem sair de suas casas para coisas que não fossem essenciais. Essa situação durou por dois meses completos, período pelo qual a Itália saiu do quadro de ter mais de mil pessoas mortas a cada 24h para um controle considerável de mortes e de casos.

Desde então, os cidadãos passaram a ter autorização para frequentar estabelecimentos e áreas públicas com máscara e sem aglomeração. Até os museus italianos reabriram as suas portas, destacando-se que o governo também cogita a reabertura das suas fronteiras para voos, mas apenas vindos de lugares que tenham o surto de coronavírus controlado.

Por enquanto, não há perspectiva de o governo italiano anunciar novamente um isolamento social rigoroso como o que aconteceu entre março e maio.

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