Irmã de Gil do Vigor relata relacionamento abusivo: “Apanhava”

Ela sofreu agressões e chegou a esconder tudo da mãe.

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Irmã de Gil do Vigor
Reprodução: Instagram

Os vídeos terríveis do DJ Ivis socando e chutando sua ex-esposa trouxeram lembranças ruins a Janielly Nogueira, irmã de Gil do Vigor. Ela fez uma longa declaração sobre os abusos que sofreu em um antigo relacionamento e as consequências desses acontecimentos.

Irmã de Gil do Vigor relata relacionamento abusivo

Janielly comentou sobre a dificuldade em denunciar casos de agressão. “É muito difícil denunciar. Só sabe quem viveu e quem vive um relacionamento desses, completamente abusivo, é quem passa. Então, não julga. Eles fazem a gente acreditar que é doida e errada”, inicia. A pernambucana, então, explica: “Eu vivi um relacionamento abusivo no qual eu fui agredida também. E pra gente ter coragem de falar para uma família que a gente está sendo agredida dentro de casa, é muito difícil”, explica.

Ademais, ela diz que mentiu para a própria mãe: “Ela olhava pra mim e dizia ‘você está sofrendo’. E eu dizia: ‘Não, eu tô feliz’. Mas eu sabia o que eu passava. Os vizinhos sabiam o que eu passava. Eu apanhava. Hoje quando eu vejo uma mulher expondo o que vive pra outras mulheres, isso é muito forte. Ela tá sendo muito corajosa, porque não é fácil. A gente tem vergonha de mostrar que não está feliz, que está sendo agredida. O meu psicológico na época ficou totalmente abalado, eu emagreci pra caramba por uma pessoa que não merecia”, relata.

Por fim, ela relata que seu agressor, que também é pai de seu filho Davi, de 8 anos, é ausente e não procura saber da criança. “Em oito anos ele nunca pegou o filho. Mal procura saber, quer dizer, nem procura saber. E graças a Deus tenho minha mãe e minha irmã para me ajudarem, e meu irmão que supre esse papel de pai. Porque o pai de Davi e nada é a mesma coisa”, declara.

Irmã de Gil do Vigor
Reprodução: Instagram

Caso de  racismo

Recentemente, Janielly usou as redes sociais para desabafar sobre mais um caso de racismo no qual foi vítima. “Passei por um constrangimento tão grande. Passei por uma loja para comprar uma bolsa, uma loja meio cara. Estava eu e a assessora da minha mãe, que por sinal é galega, branquinha (…) E a vendedora não falou comigo, não deu atenção. Pediu um cadastro só para a assessora da minha mãe, por ser branca e eu preta. Fico impressionada como as pessoas ainda têm essa visão, de cores. Está doendo”, desabafa.

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