Iphan e Turismo querem atrair empreendedores

0

O Ministério do Turismo e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) lançaram nesta quinta-fera (10) ações para atrair investimentos, modernizar a sinalização turística no país e desburocratizar processos que dependem de licenças ambientais. As iniciativas foram anunciadas durante cerimônia no Palácio do Planalto, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Com isso, uma das novidades é o Portal de Investimentos em turismo. Afinal, trata-se de um site na internet que passa a reunir o portfólio digital de oportunidades de negócios do setor em todo o país. Dessa forma, a ideia é aproximar investidores, empreendedores e o poder público no fomento a novos projetos.

Saiba mais sobre as iniciativas do Iphan e Ministério do Turismo

Segundo o ministro do Turismo, Gilson Machado, o portal conta com 50 projetos cadastrados em 19 estados, com projeção de investimentos na ordem de R$ 21 bilhões, com potencial de geração de 116 mil empregos diretos e indiretos. Além disso, o repositório inclui informações sobre concessão de parques nacionais e oportunidades de investimentos privados no setor hoteleiro e em outros empreendimentos turísticos.

Também foi lançado, durante a cerimônia, o Sistema de Avaliação de Impacto ao Patrimônio (SAIP) do Iphan, autarquia vinculada ao Ministério do Turismo. A ferramenta digitaliza parte do processo de licenciamento ambiental que dependem da liberação do instituto, quando envolve impactos no patrimônio histórico e artístico do país.

Até então, praticamente todo o processo era feito de forma manual. Porém, agora os projetos de infraestrutura mais simples, que representam 70% das mais de 4 mil solicitações ao Iphan por ano, e que levavam semanas ou até meses para serem analisados, passam a ter o resultado em minutos.

De acordo com a pasta, o sistema utiliza o georreferenciamento como base e faz o cruzamento de informações da base de dados do Iphan com os dados inseridos virtualmente pelo proponente, automatizando etapas e possibilitando esse ganho nos prazos de liberação.

O próprio sistema indicará a necessidade de realização de estudo de impacto ao patrimônio cultural no local da obra ou se a atividade está dispensada dessa exigência. A expectativa é que a análise de um técnico do instituto só ocorra nos casos mais complexos, quando for identificada a existência de bens tombados na área de influência direta do empreendimento ou se o responsável pelo empreendimento discordar do posicionamento do Iphan emitido automaticamente.

Gostou dessa notícia? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe o artigo nas redes sociais!

Leia mais: Pilares do empreendedorismo para quem quer sucesso

Ferramentas para investir como empreendedor

Sancionada lei que torna o Pronampe permanente; conheça os detalhes

Veja Também:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.