Boris Johnson começa plano de flexibilização nesta segunda

Manifesto otimista de Boris Johnson marca para hoje (17) a flexibilização que, entre outras coisas, reinaugura os setores de entretenimento e cultura no país

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Depois de longo inverno pandêmico, por assim dizer, a gestão de Boris Johnson alcança um certo  patamar de tranquilidade, o que permite ao Primeiro-Ministro britânico anunciar entusiasticamente que começará a vigorar esta semana o seu programa de flexibilização.

 

     

Primeiro-Ministro anuncia flexibilização de medidas e sugere abraços em família

 

Boris Johnson
Primeiro-Ministro britânico Boris Johnson

Começa a vigorar nesta segunda (17) o programa de medidas de flexibilização de Johnson.

Tanto que, nessa nova fase – quando voltarão a ser permitidos encontros familiares de até seis pessoas dentro das residências –, Johnson incentiva uma proximidade maior entre pessoas de uma mesma família, chegando mesmo a sugerir abraços entre os que se amam, como medida emocional após tempos de confinamento, enfermidade e medo coletivo da morte.

 

Como ficam os recintos públicos e espaços culturais

 

Se nas casas se permitem apenas reuniões de até seis pessoas, nas ruas – ao ar livre – a liberação se estende a 30 pessoas.

No entanto, em locais públicos como restaurantes e polos comerciais a norma do distanciamento continua vigorando: é possível vivenciar a experiência gastronômica e a circulação por shoppings, entretanto, com as regras cautelares de preservação da saúde.

Centros culturais – cinemas, museus e teatros – poderão retomar suas atividades, desde que observados os cuidados fundamentais contra a Covid-19, como lotação limitada desses espaços nos dias de sessões e espetáculos.

Os sistemas de Educação do país também têm suas novas regras decretadas: alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio continuarão a passar por exames semanais de PCR. E os universitários poderão voltar ao ritmo habitual das aulas presenciais. Enfim, neste setor e em todos os outros, regras mais leves e uma básica convivência social parecem reinaugurar um novo tempo, esperando-se naquele país que seja o começo do fim do período pandêmico.

 

As fronteiras britânicas e o mundo

 

Outra deliberação importante do governo britânico é a concessão de autorização de viagens turísticas.

Foi organizado um sistema para classificar as distinções de restrição determinadas para os destinos turísticos mais desejados. Em todo o mundo, apenas 12 destinos integram a chamada “lista verde”, que inclui Gibraltar, Portugal e Nova Zelândia, por exemplo. No caso desses países, na volta da visita a estes, os turistas não necessitarão ser submetidos a uma quarentena de prevenção nem mesmo a dois exames obrigatórios de PCR durante esse período.

Já na atribuição de condição dada a países como Itália, Espanha e França (que integram a “lista amarela” e requerem toda a atenção), a quarentena de retorno se faz obrigatória. E a “lista vermelha” destaca destinos como a Turquia.

De um modo geral, apesar do atual franqueamento da política (interna e externa) do Primeiro-Ministro Boris Johnson para flexibilização e almejado retorno à “nova normalidade cotidiana”, seus critérios não deixam de ser comedidamente britânicos.

No que se refere à campanha de vacinação contra a Covid-19 no Reino Unido, de certa forma essa foi pioneira na Europa e apresentou extrema eficácia quanto à diminuição das estatísticas de internações e óbitos nesse difícil período da história.

 

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