Índice de atividades turísticas emenda sétima alta seguida em novembro

O setor acumula ganhos de 120,8% de maio a novembro deste ano

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O índice de atividades turísticas avançou 7,6% em novembro de 2020, na comparação com o mês anterior. Esta é a sétima alta seguida do indicador, que acumula acréscimos de 120,8% de maio a novembro do ano passado. Contudo, o segmento de turismo ainda precisa crescer 42,8% para retornar ao nível atingido em fevereiro de 2020, mês anterior à pandemia da Covid-19. 

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta quarta-feira, dia 13. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada desde janeiro de 2011 pelo instituto. 

Em resumo, a pandemia afetou diretamente o segmento de atividades turísticas devido às medidas de isolamento social adotadas em todo o mundo. Nessa toada, as áreas mais atingidas, segundo o IBGE, foram as de transporte aéreo de passageiros, restaurantes e hotéis. 

Vale ressaltar que o levantamento engloba apenas 12 unidades da Federação: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A saber, o principal impacto positivo em novembro veio de São Paulo (11,0%), seguido por Rio de Janeiro (5,4%), Bahia (11,8%), Pernambuco (11,8%) e Goiás (9,9%). Por outro lado, em sentido contrário, as quedas mais acentuadas vieram de Santa Catarina (-7,1%) e Minas Gerais (-3,2%).

 

Índice tem queda superior a 29% em relação a novembro de 2019 

De acordo com o IBGE, o volume de atividades turísticas no Brasil despencou 29,6% em novembro, quando comparado ao mesmo período de 2019. Aliás, esta é a nona retração consecutiva na comparação entre os meses de 2020 com o seu respectivo em 2019. Assim, o que mais contribuiu para o forte resultado negativo foi a queda na receita das empresas que atuam com transporte aéreo, restaurantes, hotéis, serviços de bufê, rodoviário coletivo de passageiros, agências de viagens e locação de automóveis. 

Além disso, todas as 12 unidades federativas pesquisadas tiveram resultado negativo no acumulado de 2020. Em suma, a maior influência, desta vez negativa, também veio do estado de São Paulo, que recuou 35,4% de janeiro a novembro do ano passado. Na sequência, vieram Rio de Janeiro (-24,0%), Minas Gerais (-30,5%), Rio Grande do Sul (-37,7%), Pernambuco (-38,2%) e Distrito Federal (-40,8%). 

 

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