Homem é indiciado por divulgar cenas de sexo após encontros no DF

De acordo com as investigações, o suspeito compartilhava vídeos e fotos após encontros com as vítimas. Isso, sem o consentimento delas

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A Polícia Civil revelou, nesta quinta-feira (22), que um homem, de 36 anos, foi indiciado suspeito de divulgar cenas de sexo com mulheres em um grupo no WhatsApp. De acordo com as investigações, o motoboy, que é do Distrito Federal, compartilhava vídeos e fotos após encontros com as vítimas. Isso, sem o consentimento delas.

Conforme a polícia, agentes da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, apreendendo um celular, um computador e um pendrive.

Segundo uma reportagem do portal “G1”, testemunhas dizem que o crime do suspeito não vem sendo praticado há pouco tempo, e sim há anos. Todavia, no último mês, revelaram essas pessoas, as publicações de cenas de sexo se tornaram mais recorrentes no grupo do WhatsApp, que tem cerca de 50 membros.

“A gente se revoltou com o tanto de pessoas que ele fica expondo. Todo mundo tem mãe, tem irmã, pessoas que entram nesse aplicativo, pessoas que saem de um relacionamento e entram com esperança de conhecer alguém”, disse uma pessoa que não se identificou.

De acordo com os membros do grupo, toda vez que saia com alguém, o homem mandava uma foto no grupo, avaliando e ridicularizando as mulheres. Por conta dos fatos, o suspeito responderá pelo crime de divulgação de cena de sexo ou pornografia.

De acordo com as investigações, o suspeito compartilhava vídeos e fotos após encontros com as vítimas. Isso, sem o consentimento delas.
De acordo com as investigações, o suspeito compartilhava vídeos e fotos após encontros com as vítimas. Isso, sem o consentimento delas. (Foto: reprodução)

Conforme explica o Delegado Thiago Hexsel, que é quem está à frente do caso, o motoboy confessou a prática. “O próprio autor confessou a prática do crime, inclusive ele relatou que em outras situações, com outras mulheres, ele também filmava e tirava fotos, sob o argumento de achar que isso não era crime”, explicou o delegado, que ainda revelou que o acusado já havia sido processado em outra ocasião pelo mesmo delito.

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