Gripe ou Covid-19? Sinais que diferenciam uma da outra

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Se você conhece os sintomas da COVID-19, certamente notou que alguns são similares com o da gripe. Por exemplo, ambas as doenças podem provocar febre, tosse, cansaço e dor de cabeça. Entretanto, embora existam essas semelhanças, a COVID-19 não é uma simples gripe. Há uma série de diferenças entre a doença que o novo coronavírus provoca e a doença que o vírus da gripe causa.

Vamos conhecer algumas diferenças entre a Covid-19 e a gripe

Menor imunidade

A COVID-19 é mais infecciosa do que a gripe justamente porque as pessoas em todo o mundo têm menos imunidade contra o novo coronavírus. Afinal, trata-se de uma nova doença, com a qual o organismo nunca teve contato antes. Aliás, por ser nova, a COVID-19 ainda está sendo estudada e não é completamente conhecida pelos especialistas. Tanto que até hoje aguardamos um remédio ou vacina contra o novo coronavírus.

Assintomáticos

Algumas pessoas que pegam o novo coronavírus não apresentam sintomas. São os chamados casos assintomáticos da COVID-19. Esse é outro aspecto que torna a doença mais infecciosa do que a gripe. A estimativa das pesquisas é que pelo menos 20% dos que pegam a COVID-19 fiquem assintomáticos. Alguns casos de gripe também não apresentam sintomas, porém, o período de incubação da COVID-19 é maior.

Maior probabilidade de transmissão

Enquanto uma pessoa com gripe pode infectar aproximadamente 1,3 pessoas, um indivíduo com COVID-19 pode transmitir a doença para 2,5 pessoas.

Pior para os adultos

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), em comparação aos adultos, menos crianças ficam doentes com a COVID-19. A maioria das crianças tem sintomas leves ou nem chega a apresentar sintomas da doença.

No entanto, isso não significa que uma criança não possa ter complicações ao contrair a COVID-19. Algumas podem sim desenvolver um quadro severo, principalmente devido a condições preexistentes. Além disso, uma criança assintomática pode transmitir o novo coronavírus para adultos de sua família, inclusive aqueles que fazem parte do grupo de risco.

Por fim, veja também: Imunidade ao coronavírus: fato ou fake?

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