Gil do Vigor revela ajuda da produção antes de entrar no BBB21: “Mudaram minha vida”

Economista diz que não tinha roupas suficientes para participar do programa.

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Gil do Vigor revela ajuda
Reprodução: Instagram

Gil do Vigor sempre mostra sua gratidão e amor pelo BBB e, desta vez, o economista revela que recebeu ajuda da produção antes de entrar no reality. O economista conta que não tinha a quantidade necessária de roupas e sapatos para passar esses dias no programa e a equipe deu uma ‘forcinha’.

Gil do Vigor revela ajuda da produção para entrar no BBB21

Em seu Instagram, o doutorando explica que sua mãe, Jacira Santana, chegou a fazer uma vaquinha para arrecadar o dinheiro necessário a fim de comprar roupas para o pernambucano, no entanto, não conseguiu o que precisava. “Eu choro até de lembrar! Mainha fez cotinha e minhas irmãs e ainda assim não pude levar para a casa (do BBB) o necessário, não tinha. Senti muita vergonha, mas eles me fizeram sentir alguém especial e me deram o que precisei. Eu amo a produção do BBB, eles mudaram de verdade a minha vida”, explica, após ser questionado se a produção deu algum look que foi usado por ele ao longo dos três meses de confinamento.

Entretanto, Gil também esclareceu que a produção não dá moleza com outros assuntos e é bastante rígida. “Eles chegam do nada, simplesmente mandam fazer as malas e acabou-se. Um desespero, juro a vocês”, recorda. Um dos personagens de destaque da edição, Gil também admite que voltaria ao programa como apresentador – ou com qualquer outra função. “Não tenho o preparo, mas amo o programa e faria tudo. Apresentaria, limparia, cuidaria das câmeras”, garante.

Discurso emocionante sobre economia

Mostrando mais uma vez que manda muito bem no trabalho como economista, Gil emocionou o público ao fazer discurso sobre a economia do Brasil e pontua quais deveriam ser as prioridades do governo. “A gente sabe que, para colocar pessoas para cuidar do nosso País, precisa de preparo acadêmico, o mínimo necessário. Pessoas que pensem no pobre, que pensem realmente em melhorar. Não adianta o Brasil ser o país com o maior PIB, taxa de crescimento, se tem pessoas na miséria, passando fome, morrendo”, lamentou, em participação no Altas Horas deste último sábado (8).

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