Extrema direita cresce em Portugal, mas termina eleição em 3º

André Ventura, do Chega! terminou a eleição na terceira posição. Foi o melhor resultado da extrema direito em várias décadas

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A extrema direita de Portugal ainda tenta entender o que aconteceu nas eleições presidenciais deste domingo (24) no país. O partido Chega! teve um crescimento muito grande de votos, mas ainda terminou na terceira posição da disputa presidencial.

Assim, dá para dizer que o copo pode estar meio cheio ou meio vazio para eles. O candidato do partido Chega! foi André Ventura. Ele vem se destacando como o líder do partido. No discurso da derrota, ele disse que veio para ficar.

Ventura ganhou o apoio simbólico da francesa Marine Le Pen, que é o maior nome da extrema direita na França. Além disso, muitos brasileiros dizem Ventura é o “Bolsonaro de Portugal”, embora ele mesmo evite falar sobre o presidente brasileiro.

De acordo com a apuração final, Ventura terminou a disputa deste domingo com 11,92% dos votos. Ele ficou atrás da socialista Ana Gomes, que teve 12,83% e se tornou a mulher mais votada em uma disputa presidencial na história de Portugal.

Obviamente, Ventura também ficou atrás de Marcelo Rebelo de Souza, que teve 60,8% dos votos. Rebelo vai comandar Portugal por mais um mandato de cinco anos. Ele fez o seu discurso pregando união no combate ao novo coronavírus.

Extrema direita

Na Europa, a extrema direita ainda busca o seu lugar ao sol. A ideia desses partidos mais conservadores é conquistar o governo de um grande país europeu. Mas o fato é que eles não conquistaram nenhum ainda.

A francesa Marine Le Pen até conseguiu ir ao Segundo Turno com Emmanuel Macron em 2017. Mas ela perdeu por uma grande diferença de votos. No Reino Unido, na Alemanha, na Espanha e em Portugal esses políticos ainda tentam chegar ao poder.

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