Estrela de ‘Power Rangers’ é condenada à morte por duplo homicídio nos EUA

John Julius Jacobson Jr., hoje Skylar DeLeon, foi condenada à morte nos EUA

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John Julius Jacobson Jr, conhecido agora como Skylar Julius DeLeon foi condenada à pena de morte por matar um casal em 2004. O ex-ator, que interpretou um Power Ranger secundário na série homônima dos anos 90, contou com a ajuda da então esposa, Jennifer Henderson, para assinar Jackie e Thomas Hawk.

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De acordo com o jornal Folha de São Paulo, em matéria que repercutiu nesta terça-feira (26), John e Jennifer fingiram ter interesse em comprar o iate dos velejadores. No encontro marcado, eles e mais três cúmplices atacaram o casal, amarram-os e os jogaram ao mar.

O assassinato foi apenas revelado anos depois quando um dos cúmplices, Alonso Machain, foi preso e confessou o crime. Por ter colaborado com as investigações, Machain foi condenado a 20 anos de prisão. A ex-esposa de Skylar e o outro comparsa foram condenados à prisão perpétua.

A ex-estrela de ‘Power Rangers’ foi condenada à pena de morte por já ter cometido outros crimes. Como a pena de morte foi extinta da Califórnia, nos EUA, Skylar, que passou pela transição de gênero durante a prisão, passará o resto da vida no corredor da morte.

Brasileira faleceu em show de Luísa Sonza

A Polícia Civil investiga a morte da veterinária, Alice de Moraes, de 27 anos de idade, ocorrida durante o show de Luísa Sonza em Porto Alegre (RS), no dia 16 de julho deste ano. De acordo com o site G1, a jovem passou mal durante a apresentação, procurou atendimento na ambulância, mas não resistiu.

O delegado Alexandre Vieira, responsável pela investigação, revelou que a causa da morte só será apontada após perícia. “Quando chegaram os médicos, Samu, quarenta minutos após ela veio a óbito. Tinha um histórico de doença cardíaca. A informação que eu tenho é que ela só tinha ingerido uma cerveja. Então tudo isso nós vamos apurar”, garantiu o policial, que escutou os depoimentos das testemunhas na última quarta-feira (20).

A Opinião Produtora, que realizava o show, e a Transul, responsável pela ambulância no local, declararam que seguiram todos os protocolos e exigências. A amiga de Alice, Camila Rodrigues, conta outra versão: “A gente foi muito maltratada nas três horas que a gente teve ali, clamando socorro pela Alice. Eu comecei a questionar o que eles tinham feito, se eles tinham dado alguma medicação, se eles tinham dado água, e ela disse que eles não poderia ajudar, não poderiam atender ela e me orientaram a chamar um Uber”.

 

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