Entenda mais um capítulo da briga entre Athletico e Globo

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Ontem o Grupo Globo formalizou mais um processo contra o Athletico Paranaense. A emissora carioca alega que houve má-fé do rubro-negro ao negociar o seu pay-per-view próprio ainda na vigência da MP do Mandante. Porém, uma das alegações da Globo é que clube não teve respaldo nem mesmo da Turner, programadora americana, dona dos direitos de TV fechada do clube.

A informação da entrada do processo foi confirmada pelo UOL Esporte e nessa matéria vamos desdobrar mais da situação jurídica que torna o caso mais complicado do que parece em um momento inicial. A falta de segurança jurídica criada pelo decreto do presidente Jair Bolsonaro, que mudou a regra dos direitos de transmissão no esporte nacional, causou uma confusão jurídica.

Em outras palavras uma canetada do presidente brasileiro alterou o jogo com a bola rolando e deixou os clubes em duas vertentes: os mais cautelosos e os mais agressivos, caso do Athletico, desde sempre com a gestão Petraglia.

Não foi só o Athletico

A mudança de panorama nas transmissões aliada as mudanças econômicas causadas pela pandemia acabaram afetando dramaticamente a situação financeira da TV Globo. Passando a ter mais dívidas do que dinheiro a receber de patrocinadores e outros parceiros.

O movimento principal ironicamente foi do Flamengo. Uma rota de colisão que jamais se esperaria entre o clube mais badalado do Rio e a emissora que ajudou a sedimentar sua torcida depois que o rádio já havia aberto as portas para os clubes do Rio entrarem Brasil adentro com grandes torcidas.

Nem todo casamento é perfeito. Na verdade nenhum é e parte das confusões entre TV Globo e Flamengo surgiu com a tragédia do Ninho do Urubu e, também, o afastamento da atual diretoria do clube de Eduardo Bandeira de Melo, o antigo presidente do clube que encabeçou a chapa que já tinha figuras com Marcos Braz, Rodolfo Landim e BAP.

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