Edmundo comemora reconciliação com o filho, Alexandre Mortágua: “Inesquecível”

O jogador estava brigado com o filho de 26 anos há mais de 9 anos

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O jogador Edmundo comemorou na segunda-feira, dia 28, o reencontro com o seu filho Alexandre Mortágua após uma década de brigas.

Mãe de Alexandre Mortágua sobre relação entre filho e ex-jogador Edmundo: “Eu tentei”

Como já contamos aqui no Brasil 123, pai e filho estavam brigados há anos e o assunto veio à tona em 2020 com Alexandre passando necessidades.

Na ocasião, Edmundo afirmou que já havia pago toda a pensão alimentícia e que não devia mais nada para o filho, que nunca o procurou.

Mas parece que os dois finalmente colocaram as desavenças de lado e ele compartilhou uma foto de todos os seus filhos juntos com ele no Natal.

No Instagram, ele ainda comemorou:

Dia 26 de dezembro, um dia inesquecível! Pela primeira vez eu consegui reunir meus 4 filhos, e que momento importante e especial pra mim! Sou muito grato por ter essas preciosidades em minha vida, cheios de saúde! Que filhos incríveis, tão do bem! Amo muito vocês, meus filhos! Dia eternizado em minha memória, sem dúvida!

Alexandre também comemorou a reunião e frisou que aquela reunião foi a primeira vez que abraçou seu pai:

Terminei o ano jogando chapéu com meus irmãos, ficando bêbado com meus cunhados e rindo com a namorada do meu pai. Ganhei um pingente de São Jorge e abracei meu velho pela primeira vez. Peitos que explodem, olhos que molham.

Veja, abaixo!

Relembre a treta entre eles

Tudo começou em meados de 2020 quando foi divulgado que Alexandre passava necessidades financeiras durante a pandemia.

Tanto que ele havia começado a vender geleias nas redes sociais e muitos ficaram indignados pois o jogador é bem de vida.

Edmundo, então, logo fez questão de revelar o quanto pagou de pensão para o Uol.

Afirmou também que tentou uma reconciliação, mas Alexandre não dava bola para ele:

O Alexandre não me responde quando mando feliz natal, quando mando feliz dia das crianças, quando mando feliz aniversário. Mas acho importante saber que eu paguei por 24 anos uma pensão no valor de 30 salários mínimos ou seja R$ 31.350 por mês com décimos terceiro salário.

O filho de Edmundo rebateu as declarações do pai:

Ele me garantiu financeiramente durante o período decidido pela Justiça mas sempre por medo e covardia, nunca porque me amou ou se preocupou comigo. Sofro abandono afetivo e alienação parental deste homem desde o dia que eu nasci, de forma pública e vexatória. Mas veja só, estou aqui, vivo, saudável, amando e sendo amado.

Ainda bem que eles resolveram suas diferenças, não?

 

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