Dupla é presa acusada de invadir perfil de rede social de loja e aplicar golpes em Sergipe

Apesar de terem aplicado os golpes na cidade de Lagarto, no Sergipe, a dupla foi presa bem longe de lá, em São Paulo

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Uma operação da Polícia Civil culminou na prisão de uma dupla acusada de ter invadido o perfil de uma loja nas redes sociais e aplicado golpes em moradores da cidade de Lagarto, uma cidade localizada no estado do Sergipe. De acordo com as informações, os criminosos anunciaram a venda de celulares a preços mais baratos e, desta forma, conseguiram ludibriar as vítimas.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Sergipe relatou que os mandados de prisão foram expedidos pela Vara Criminal de Lagarto, tendo a prisão dos suspeitos ocorrido após uma operação entre equipes da Delegacia Regional de Lagarto, com o apoio da Divisão de Inteligência (Dipol) e da Polícia Civil de São Paulo.

A polícia paulista participou da operação porque a dupla estava em São Paulo, local este que os agentes da corporação realizaram a prisão e ainda executaram sete mandados de busca e apreensão domiciliar. Segundo Matheus Cardillo, delegado responsável pelo caso, os suspeitos moram em São Paulo e são investigados por invasão de dispositivo informático, estelionato e falsidade ideológica.

Conforme explica o delegado, a Polícia Civil passou a investigar o caso depois que diversas pessoas denunciaram que anúncios das páginas invadidas fizeram eles caírem nos golpes. “As investigações duraram cerca de três meses. Os investigados chegaram a enganar diversos clientes em Sergipe, além de pelo menos um outro residente em Alagoas, que acreditavam estar negociando com a loja”, afirmou o delegado, que não revelou qual foi o prejuízo total que essas vítimas tiveram.

Ainda de acordo com Matheus Cardillo, as investigações, que irão continuar, mostraram que podem existir outros envolvidos no crime e outras dezenas de vítimas. “Com as apurações realizadas até o momento, identificamos cerca de 50 possíveis crimes, que em tese foram praticados pelos investigados em diversos estados”, acrescentou Matheus Cardillo.

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