CoviDiab Registry – infecção por coronavírus pode mudar níveis de açúcar

Condição está sendo estudada em quem não era portador de diabetes antes de se contaminar

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Quando uma doença nova surge, é muito importante descobrir não apenas o seu tratamento ou vacina, mas também os danos que ela pode causar ao organismo. Por enquanto, sabe-se que a COVID-19 tem potencial para prejudicar os pulmões e deixar os pacientes curados com algumas sequelas respiratórias.

No entanto, parece que o fígado também seria um órgão permanentemente afetado por quem se recupera da infecção por coronavírus. As sequelas seriam tão grandes que, de acordo com a CoviDiab Registry, um número alto de pessoas está se tornando diabética.

Esses indivíduos são pessoas que não tinham nenhum problema na produção de insulina antes de se contaminarem com o coronavírus. Não é preciso que eles tenham ficado internados: quem teve a versão mais leve da doença também corre o risco de apresentar alterações no funcionamento do fígado e ser diagnosticado como diabético.

Até agora, os pesquisadores envolvidos não sabem especificar a razão para que essa doença seja desenvolvida depois que o paciente se cura da COVID-19. O melhor palpite, porém, é que o vírus mude a forma como as células do fígado funcionam e isso cause dificuldades para a produção de insulina em quantidade suficiente.

Curados da COVID-19 precisam fazer exames de diabetes

A recomendação, uma vez que essa suspeita surgiu, é que os pacientes que se recuperarem da infecção por coronavírus realizem um teste de diabetes depois de alguns meses.

Por precaução, é recomendado diminuir a ingestão de açúcar e de massas até que o teste de diabetes seja feito. Afinal, caso a pessoa esteja desenvolvendo essa condição e continue comendo alimentos contraindicados, pode ter um pico de açúcar no organismo.

Por outro lado, pacientes diabéticos têm 30% mais chances de falecer de COVID-19

Se é perigoso que os pacientes desenvolvam diabetes de forma secundária a COVID-19, também é muito perigoso para os diabéticos contrair essa doença por causa das múltiplas complicações.

Sendo assim, esse público deve se proteger em dobro com máscara e isolamento.

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