Covid-19: SP fará mutirões de vacinação para imunizar 90% da população até o Natal

Cerca de 4,5 milhões de pessoas estão com a segunda dose em atraso no estado

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Com objetivo de intensificar a vacinação contra Covid-19 no estado antes das festas de final de ano, o governo de São Paulo vai promover mutirões da vacinação para imunizar 90% da população até o Natal. No momento, 74,4% da população paulista está completamente vacinada, o que representa 34,4 milhões de habitantes.

Para avançar ainda mais rápido na imunização da população, durante o mês de dezembro o governo de São Paulo vai promover mutirões da vacinação.

“Do dia 1ª ao dia 10 [de dezembro], vamos fazer um movimento de intensificação para que as pessoas tenham as UBSs [unidades básicas de saúde] abertas e possam retornar para fazer a vacinação [da segunda dose]”, anunciou Regiane de Paula, coordenadora do PEI (Plano Estadual de Imunização).

“Se tivermos a oportunidade de fazer a imunização [até o dia 10], após 14 dias as pessoas estarão completamente imunizadas. Então, eu posso ir para o Natal com a minha família, algo que não aconteceu no ano passado”, acrescentou Regiane.

O estado de São Paulo, neste momento, está aplicando a dose de reforço nos adultos, conforme orientação do Ministério da Saúde, além de completar o ciclo vacinal de adolescentes de 12 a 17 anos, que receberam a primeira dose da vacina da Pfizer.

Mutirões devem atrair pessoas com vacinação contra Covid-19 em atraso

A maior preocupação das autoridades é com os atrasados para a segunda dose, número que tem se mantido em cerca de 4,5 milhões de pessoas. Na avaliação do governo, os mutirões devem atrair esse público faltoso.

“Teremos um final de ano muito mais tranquilo, sabendo que as pessoas ao redor de nós estão protegidas porque tomaram a vacina contra a covid-19”, completou Regiane.

Durante a coletiva de imprensa, o governo do estado de São Paulo também anunciou que o uso de máscaras em locais abertos sem aglomeração deixará de ser obrigatório a partir do dia 11 de dezembro em todo o estado. O equipamento de proteção seguirá obrigatório em lugares fechados e no transporte público. A capital paulista deve seguir a recomendação do estado.

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