Covid-19: pesquisa busca voluntários para analisar relação entre genética e a doença

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O projeto “Determinantes Genéticos e Biomarcadores Genômicos de Riscos em Pacientes com Infecções por Coronavírus” abriu um chamado para a participação de voluntários na pesquisa. Esse estudo objetiva entender o impacto da condição genética dos indivíduos sobre a evolução da infecção pelo novo coronavírus.

A iniciativa abrange a Universidade de Brasília (Unb), as universidades federais do Pará e do Rio Grande do Norte, além de instituições na Espanha, em Portugal e em outros países da América Latina. O intuito é analisar até 2 mil amostras nos próximos meses.

Os pesquisadores querem saber o porquê a covid-19 se manifesta de forma diferente nos pacientes. Há tanto pessoas assintomáticas quanto com sintomas. Ainda, os sintomas são distintos de um paciente para outro, há exemplos de febre e tosse a falta de paladar ou olfato. Além disso, a evolução do quadro é também diferenciada a depender dos casos.

Além disso, os acadêmicos visam testar a hipótese se há alguma relação dessas variadas manifestações com as condições genéticas dos pacientes. Eles querem entender se os genes ou grupos de genes poderiam influir tanto na evolução rápida do quadro quanto da resiliência dos pacientes diante da infecção.

Como participar

Os voluntários convidados a participar desse estudo precisam estar infectados com o novo coronavírus ou já terem tido a covid-19. Além disso, essa condição precisa ser comprovada com exames laboratoriais do tipo PCR. Por isso, os interessados devem entrar em contato com a equipe de pesquisa. Portanto, foi disponibilizado um número de telefone por meio do qual podem ser enviado mensagens de WhsatsApp (61) 99156-3973.

Os primeiros resultados estão previstos para serem obtidos até o final do segundo semestre. “Neste momento as amostras de Espanha e Portugal já estão sendo analisadas. Nos meses de agosto e setembro, amostras da América Latina serão avaliadas. Até o fim do ano, a gente pode ter alguma novidade desta empreitada”, disse a professora do Laboratório de Genética Humana do Instituto de Ciências Biológicas da UnB e uma das integrantes da equipe, Silviene de Oliveira.

Com informações da Agência Brasil

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