Covid-19: Ministério da Saúde aprova dose de reforço da vacina para profissionais de saúde

Informação foi dada por Marcelo Queiroga, que está com Covid-19 e cumpre isolamento em Nova York

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que a dose de reforço da vacina contra Covid-19 para profissionais de saúde foi aprovada pela pasta nesta sexta (24). A terceira dose deve ser aplicada, preferencialmente com a vacina da Pfizer, depois de 6 meses da imunização ter sido completada com duas doses ou com a dose única da Janssen.

“Acabamos de aprovar a dose de reforço para profissionais de saúde, preferencialmente com a Pfizer, a partir de seis meses após a imunização completa. Essa já é a maior campanha de vacinação da história do Brasil”, postou Queiroga no Twitte, enquanto cumpre isolamento após ter sido infectado pelo novo coronavírus durante viagem para a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Caso não haja disponibilidade de vacinas da Pfizer, a dose de reforço pode ser dada com o imunizante da AstraZeneca ou da Janssen, assim como acontece com a terceira dose para idosos maiores de 70 anos e pessoas imunossuprimidas.

Variante Delta justifica dose de reforço da vacina

Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) diga que a terceira dose da vacina não deve ser aplicada enquanto ainda houver escassez de imunizantes em nações em desenvolvimento, Queiroga avalia que a variante Delta justifica a dose de reforço.

“Em função sobretudo da Delta e da necessidade de aumentar a proteção da população, estávamos tratando de reforço de dose. E esse reforço será direcionado primeiro àqueles indivíduos imunossuprimidos, por exemplo, pacientes transplantados. Então, esses que são imunossuprimidos, desde que tenham tomado uma dose de vacina depois de 21 dias, nós vamos aplicar um reforço e a vacina será a vacina da Pfizer”, disse o ministro Marcelo Queiroga em agosto.

O Ministério da Saúde está conduzindo um estado para avaliar a eficácia da CoronaVac como terceira dose em comparação aos demais imunizantes disponíveis no Brasil. Os resultados devem trazer respostas sobre o debate entre o governo de São Paulo, ligado ao Instituto Butantan, responsável pela vacina no Brasil, e o Ministério da Saúde sobre o tema.

Diferente do recomendado pelo Ministério, no estado de São Paulo, a dose de reforço para idosos e imunossuprimidos é dada com a vacina disponível no posto. Além disso, o grupo de idosos é mais amplo, abrangendo pessoas a partir dos 60 anos.

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