Coronavírus SP: Comércio poderá funcionar 6h, mas apenas por 4 dias

Por enquanto, o comércio no estado podem abrir durante os 7 dias da semana, mas devem funcionar apenas 4h por dia.

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Depois de liberar a abertura do comércio de rua e dos shopping no dia 11 de junho que estavam fechado por conta do coronavírus, o governo de São Paulo vai publicar um decreto que permite a ampliação do horário de funcionamento em municípios que estão na fase laranja de flexibilização.

A mudança é opcional e os estabelecimentos comerciais poderão funcionar por 6 horas diárias, 2 horas a mais do que o atual permitido, mas terão que fechar durante três dias da semana.

Por enquanto, o comércio no estado podem abrir durante os 7 dias da semana, mas devem funcionar apenas 4h por dia.

Essa foi a forma que o governo do estado encontrou para fazer com que a economia volte a rodar, sem aumentar os números de casos da covid-19 nas cidades.

Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, essa mudança foi aprovada e deve entrar em funcionamento nos próximos dias.

“Nós fizemos a avaliação da operação que existe hoje recomendada de 4 horas com o funcionamento de 20% da capacidade e o ponto que o Centro de Contingência colocou aqui como opcional seria o funcionamento por seis horas durante 4 dias úteis, operando 4 dias, fechando 3 dias, para que isso viabilize um melhor planejamento do comércio e garantindo a segurança no aspecto de saúde”

Plano São Paulo

Coronavírus SP: Comércio poderá funcionar 6h, mas apenas por 4 dias
Coronavírus SP: Comércio poderá funcionar 6h, mas apenas por 4 dias – Foto: Pixabay

Para começar a reabertura do estado, em 1º de junho, o governo dividiu o território de acordo com as 17 Divisões Regionais de Saúde (DRS).

A Grande São Paulo foi subdividida em outras 6 regiões, uma para a capital e outras 5 para cada grupo de cidades da região metropolitana.

Os cinco critérios que baseiam a classificação das regiões são:

  • ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs);
  • total de leitos por 100 mil habitantes;
  • variação de novas internações, em comparação com a semana anterior;
  • variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior;
  • variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior.
O critério que tem maior peso na classificação de cada região é a variação de novas internações (peso 4), seguido pela taxa de ocupação de UTIs (peso 3) por conta do coronavírus.
Especialistas criticaram o plano quando ele foi lançado, pois discordam do peso diferente e das notas de corte de cada critério.
Esses critérios definem em qual das cinco fases de permissão de reabertura a região se encontra:
  • Fase 1 – Vermelha: Alerta máximo
  • Fase 2 – Laranja: Controle
  • Fase 3 – Amarela: Flexibilização
  • Fase 4 – Verde: Abertura parcial
  • Fase 5 – Azul: Normal controlado

De acordo com a fase, cada região pode liberar a abertura de diferentes setores da economia fechados pela quarentena.

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