Cidade de SP segue o estado e deve desobrigar máscaras em locais abertos em 11 de dezembro

Governo estadual anunciou hoje a liberação do uso obrigatório do equipamento de proteção

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que a cidade deve seguir a recomendação do governo estadual e desobrigar o uso de máscaras em locais abertos sem aglomeração no mês de dezembro. A declaração foi dada em entrevista ao portal UOL nesta quarta-feira (24), após o anúncio do governador João Doria (PSDB) sobre o tema.

“A Secretaria de Saúde fez um estudo bastante amplo com 15.611 pessoas com monitoramento — em uma técnica muito apurada com relação à questão sanitária — e a gente já tinha esses indicativos que no início de dezembro seria possível fazer a liberação da máscara em locais abertos. Então, a tendência nossa é seguir essa decisão [do governo de São Paulo].”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes.

De acordo com ele, ainda hoje São Paulo deve atingir a marca de 100% da população adulta totalmente vacinada contra a Covid-19. “A cidade de São Paulo, capital mundial da vacina, vem avançando bem e nós podemos dizer que estamos preparados para fazer essa flexibilização com segurança.”, disse o prefeito.

Prefeito de SP aguarda estudo para decidir sobre máscaras

Ricardo Nunes afirmou que a Secretaria Municipal de Saúde apresentou dois estudos para embasar a decisão sobre a liberação do uso de máscaras em locais abertos. Uma terceira pesquisa será apresentada no dia 5 de dezembro.

Apesar da recomendação do governo estadual, cabe às autoridades de cada um dos municípios paulistas decidir se o uso do equipamento de proteção deixará de ser obrigatório a partir de 11 de dezembro. Na capital paulista, a decisão será tomada após o dia 5.

“Evidentemente, de acordo com os estudos, pode ser que tenha um pouquinho de alteração nessa data [de liberação], pode ser um pouquinho mais para frente, um pouquinho antes. Mas a previsão é que dia 5 de dezembro eles tragam os estudos.”, explicou Ricardo Nunes.

Os documentos aguardados pelo prefeito devem trazer dados sobre a ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e de enfermaria, além de informações sobre a queda no número de mortes por Covid-19 e o percentual de pessoas vacinadas em São Paulo.

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