Casal encontra cachorro enterrado vivo no interior de SP

O casal que resgatou o animal constatou que, além de enterrado, o cachorro, que tem cerca de seis anos, também tinha um corte profundo no pescoço

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Um caso triste, mas com um final feliz, aconteceu em um terreno às margens da Rodovia Antônio Romano Schincariol, entre Boituva e Tatuí, ambas cidades no interior de São Paulo. Isso porque, por lá, um casal encontrou um cão enterrado vivo e o resgatou.

De acordo com uma publicação da União Protetora dos Animais (UIPA), nesta terça-feira (14), o casal que resgatou o animal constatou que, além de enterrado, o cachorro, que tem cerca de seis anos, também tinha um corte profundo no pescoço.

Segundo a UIPA, o casal que resgatou o animal é de Itapetininga e passava pelo local quando, de repente, avistou a cabeça do cão. No momento do resgate, o cachorro agonizava, sendo aí que as pessoas notaram que ele tinha um ferimento no pescoço.

A ONG informou que o casal desenterrou o cão e o encaminhou ao Ambulatório Municipal Pet de Itapetininga, onde recebeu os primeiros socorros e passou por exames.

O casal que resgatou o animal constatou que, além de enterrado, o cachorro, que tem cerca de seis anos, também tinha um corte profundo no pescoço.
O casal que resgatou o animal constatou que, além de enterrado, o cachorro, que tem cerca de seis anos, também tinha um corte profundo no pescoço. (Foto: reprodução)

Cachorro transferido

Devido à falta de recursos para o tratamento do cão, a Prefeitura de Itapetininga acionou a UIPA do município para que o cão fosse transferido para uma outra unidade da ONG. Com o pedido, o animal foi levado para uma clínica veterinária de Botucatu, no interior de São Paulo.

Após os exames, constatou-se que o animal tem um quadro gravíssimo de desnutrição e que ele foi ferido com objetos cortantes. Além disso, a ONG disse que já está procurando o suspeito de ter feito a atrocidade contra o cachorro.

Em nota, a Prefeitura de Itapetininga disse que o casal que encontrou o cachorro foi orientado a registrar um boletim de ocorrência por maus-tratos. Não suficiente, a entidade também disse que a gestão está à disposição das autoridades competentes para colaborar nas investigações do caso.

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