Cartão corporativo do governo Bolsonaro tem gastos fixos de R$ 1 mil a R$ 20 mil

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O Brasil 123 realizou uma investigação sobre um cartão corporativo no Portal da Transparência que carrega o nome do titular como sigiloso. Geralmente, todos os gastos costumam marcar quem é o responsável por ele. Entretanto, neste caso, estava sem o nome e pertencia para a presidência, possivelmente sendo do Bolsonaro porque seu nome não é liberado.  

As informações são protegidas e não podem ser acessadas. Entretanto, o são gastos fixos de R$ 20 mil e de R$ 1 mil várias vezes seguidos que chamam a atenção. 

No mês de maio, o Brasil 123 havia encontrado gastos semelhantes que estavam acontecendo somente em postos de gasolina. O governo estaria gastando várias vezes R$ 20 mil em postos, o que levanta a suspeita novamente de valores inflados. 

Esse mesmo cartão apresenta gastos de R$ 5 milhões entre os meses de janeiro e maio, totalizando o gasto acima de R$ 1 milhão para cada mês. 

Escândalos com cartão corporativo

Os brasileiros não conseguem acessar quais são os gastos do presidente Bolsonaro. Apesar disso, o Portal Metrópoles comprova que suas investigações mostram que os gastos de Bolsonaro ultrapassam mais de R$ 1 milhão mensalmente, assim como constatamos. 

Não é a primeira vez que o governo participa de escândalos políticos em relação ao cartão. Em dezembro de 2020, o presidente teve gastos superiores a mais de R$ 2,4 milhões durante as férias da virada de ano. 

Em janeiro, também o Portal Metrópoles publicou que o governo havia gasto mais de R$ 15 milhões em leite condensado e mais de R$ 2,2 milhões em chicletes, mesmo valor do triplex que acusou o petista Lula de lavagem de dinheiro e corrupção. Ao todo, haviam gastado mais de R$ 1,8 bilhões em alimentação, valor que foi de 20% a mais em relação ao ano de 2019. 

Em março, os mesmos gastos continuavam acontecendo: fixos sempre de R$ 1 mil e R$ 20 mil. Ciro Gomes, futuro candidato para a presidência, havia dito que o governo estava superfaturando os preços dos combustíveis. 

Neste ano, um dos filhos do presidente, Flávio Bolsonaro, havia feito a compra de uma mansão de R$ 6 milhões, valor que era bem acima do patrimônio que o mesmo declarou em 2018. 

 

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