Carolina Ferraz e Maitê Proença se unem em processo contra a TV Globo

As duas movem processos trabalhistas contra a emsisora carioca

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Carolina Ferraz e Maitê Proença se uniram em processo trabalhista contra a TV Globo. De acordo com a exclusiva do site Notícias da TV, neste sábado (4), Carolina, que hoje é contratada da Record, foi testemunha de defesa de Maitê em ação movida contra a emissora.

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Na ação, protocolada em 2018, Proença pedia R$500 mil de indenização em busca de direitos trabalhistas e de vínculo empregatício, uma vez que seu contrato era como PJ (Pessoa Jurídica) e não com carteira registrada, assim como ocorreu com Ferraz.

Carolina, em depoimento, afirmou que não sabia como era o contrato da ex-colega com a Globo, mas frisou que foi obrigada pelo canal a assinar fora da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho). “A depoente estima que firmou cerca de oito contratos por meio de sua pessoa jurídica, sendo que acredita que todos foram sucessivos, não se lembrando se pode ter ocorrido um lapso temporal pequeno entre eles; que para a contratação da depoente era exigida a intermediação de pessoa jurídica”, lê-se.

A atual âncora do ‘Domingo Espetacular’, da Record, frisou que, apesar de não ter trabalhado diretamente com Maitê, sabe que todos os contratados pela TV Globo precisavam seguir a obrigação de PJ.

Relembre o processo de Carolina

Carolina Ferraz, que já tem seu próprio canal no Youtube, processou a TV Globo por direitos trabalhistas. Ela foi dispensada pela emissora em 2017 e processou a TV, pedindo seu 13º salário, FGTS e valores referentes à rescisão que se especula estar na casa de R$10 milhões.

Entrevistada sobre o assunto para o site Notícias da TV, Carolina não falou mal de seus ex-patrões: “O processo corre em segredo de Justiça e não posso falar nada. Vai demorar, mas está caminhando”. Em entrevista ao Porchat, Ferraz também fez questão de minimizar o processo: ”Amo meu ofício. Eu amo o que eu faço e sou atriz de alma, mesmo. Saí da Globo tranquila. Está todo mundo feliz. Tanto da parte de cá, quanto de lá. Eu sou boa empregada e eles, bons patrões”.

O valor da causa é de R$400 mil e Carolina tenta reaver direitos de funcionária, mesmo com contrato como PJ (Pessoa Jurídica). O processo segue na Justiça e ainda não teve um desfecho.

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