Campeão da Sul-Americana, Athletico Paranaense teme a degola no Brasileirão

Isso porque o Furacão, com apenas 42 pontos, está em 12º lugar, em uma classificação embolada, onde tem apenas cinco de vantagem sobre o Bahia, primeiro time dentro da zona de degola

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Campeão da Copa Sul-Americana no último final de semana e também finalista da Copa do Brasil em dezembro, o Athletico Paranaense vive uma dura realidade no Campeonato Brasileiro, onde teme o rebaixamento.

Isso porque o Furacão, com apenas 42 pontos, está em 12º lugar, em uma classificação embolada, onde tem apenas cinco de vantagem sobre o Bahia, primeiro time dentro da zona de degola.

No entanto, a equipe baiana tem um jogo a menos e, desta maneira, a diferença poderá cair para apenas dois ainda nesta semana.

Desta maneira, o time paranaense, que atuou boa parte do Brasileirão com um time misto ou reserva, agora vai precisar levar a sério e escalar força máxima nas rodadas finais para evitar um descenso.

Assim, não poderá poupar muitos jogadores antes das finais da Copa do Brasil, contra o líder Atlético Mineiro, em duelos marcados para os dias 12 e 15 de dezembro, quando o Brasileirão já estiver encerrado.

Na rodada passada, nesta última quarta-feira (24), o Furacão ficou no empate por 0 a 0 contra o São Paulo, no estádio do Morumbi, outro rival que tem 42 pontos e que também corre risco.

Análise

Para o técnico do Athletico Paranaense, Alberto Valentim, a luta dos jogadores no jogo contra o Tricolor deve ser valorizada, assim como o ponto conquistado fora de casa neste confronto direto.

“Esse lado técnico foi abaixo, mas temos que enaltecer o espírito de competitividade. A forma que eles encararam a partida”, disse.

“Queríamos a vitória, é lógico, mas saímos com um ponto daqui foi importante para nós”, afirmou o treinador durante a entrevista coletiva.

Entretanto, Valentim reclamou da arbitragem e da atuação do VAR, pois entende que Reinaldo, do São Paulo, deveria ter sido expulso ainda no início da partida.

Na oportunidade, fez uma falta dura em Renato Kayzer, que acabou substituído, e o atleta tricolor levou apenas cartão amarelo.

“Ficou escancarado para todo mundo. Ele pega a tíbia e o tornozelo. Faz com que tenha uma torção”, afirmou.

“Era um lance de expulsão e ponto final. O VAR existe para isso, para uma interpretação errada do árbitro que deu o amarelo”, ressaltou.

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