Brasil se aproxima dos 140 mil óbitos pelo coronavírus

São Paulo, epicentro da pandemia no país, lidera com 958.240 casos confirmados e 34.677 óbitos.

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Às 18h30 da noite de ontem, quinta-feira, 24 de setembro, o Ministério da Saúde divulgou os dados atuais da pandemia do novo coronavírus SARS-Cov-2 no Brasil. Foram 831 óbitos confirmados, totalizando em 139.883 mortes acumuladas pelo COVID-19. Ao mesmo tempo, o número de infectados subiu para 4.657.702, com 32.817 novas infecções.

São Paulo,  estado epicentro da pandemia no Brasil, lidera com 958.240 casos e 34.677 óbitos confirmados. Rio de Janeiro, estado do atual presidente, apresenta a cifra de 104.5 óbitos por 100 mil habitantes. O estado carioca acumula 257.985 casos e 18.037 óbitos. Já Minas Gerais apresenta 278.901 infectados e 6.983 mortes.

Apesar da estabilidade, a pandemia pelo novo coronavírus COVID-19 está longe de dar trégua.  Isso é algo que não podemos afirmar a respeito da aderência da população ao distanciamento social, bem como sobre o auxílio às comunidades mais vulneráveis. Estas desde o início da pandemia estão se organizando para suprir a carência de famílias que, impossibilitadas de ir à procura de emprego e também pela falta desse, não conseguem manter o mínimo de suas necessidades diárias. Entretanto, em virtude da duração da pandemia, o isolamento caiu de 62,2%, em 22 de março, para 35,2% em 23 de setembro. Esta queda também ocorreu com o volume de doações, que despencou. Ao passo que muitas famílias passaram a encarar à miséria e à fome.

Discurso na ONU e a pandemia no mundo

 

Nesse ínterim, na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU, o presidente Bolsonaro discursou sobre os êxitos do governo no combate à pandemia. O líder do poder Executivo não deixou, inclusive, de citar a suposta prevenção empregada via a manipulação da hidroxicloroquina. Medicamento este descartado como preventivo ou tratamento pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

No entanto, os dados parecem discordar do presidente. O Brasil está em segundo lugar do ranking mundial, entre os EUA e a Índia. Apesar da população volumosa e do maior número de infectados, a sociedade indiana teve menor número de mortes. Em comparação com o Brasil, são 47.566 casos a menos. Segundo especialistas, tal cenário é resultado de um maior índice de aderência ao isolamento social, bem como a realização de uma taxa maior de testes pelo governo indiano.

 

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