Bolsonaro tem rejeição de 67% de quem ganha acima de 10 salários

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A pesquisa pertencente ao Poder Data afirmou que Bolsonaro tem rejeição de 48% dos brasileiros, uma das maiores da história do país, sendo o pior desde junho do ano de 2020.  Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (17). 

Ruim/péssimo: 48%

Ótimo/bom: 31%

Regular: 18%

Não sabe: 3%

Vale ressaltar que os valores continuam sendo positivos para o governo já que a aprovação é pouco menos de um terço (31%). No dia 13 de dezembro de 2020 a pesquisa realizada pela Datafolha mostrava a aprovação de 37%, decaindo em seis pontos neste intervalo de tempo. Depois da redemocratização, apenas ficou atrás de Fernando Collor ( PRN – 1990 / 1992). Nesta época, Collor tinha o índice de insatisfação em 48%.

Na primeira pesquisa publicada em dezembro, a reprovação era de 33% e subiu para 48%. O maior número de cidadãos insatisfeitos estava entre aqueles que moravam em favelas e subúrbios. Contudo, neste mês a classe alta também está se mostrando insatisfeita. O que antes era apenas 47% de insatisfação entre quem recebia mais de 10 salários, atualmente está em 67%. 

Segundo especialistas, se Bolsonaro aprovar o auxílio emergencial até o fim do primeiro trimestre e avançar com a vacinação, esse número pode diminuir de forma considerável. A pesquisa realizou entrevistas com  2.500 pessoas em 457 cidades, nos 26 estados e no Distrito Federal. Ocorreram entre  15 a 17 de fevereiro de 2021.

Bolsonaro e a volta do auxílio

Bolsonaro se manifestou contra a volta do auxílio inúmeras vezes e afirmou que “não tem cofre” para bancar a próxima leva. Acrescentou que o benefício não deve ser considerado como uma aposentadoria em que se torna permanente.

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Somente em janeiro, o número de pobres aumentou em 30%, chegando a um número obscuro e estrondoso: mais de 2 milhões de pessoas entraram para a extrema pobreza. Apesar disso, Lira e Pacheco afirmaram que iria voltar após o Carnaval. Atualmente, estão discutindo sobre o corte de gastos e o teto, acredita-se que a PEC emergencial seja aprovada o mais breve possível e, se isso ocorrer, poderá ter um corte de 25% do salário dos servidores. 

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