Bolsonaro diz que está faltando ‘humanidade’ de prefeitos e governadores

0

Nesta tarde (07), no Paraná após sair de Santa Catarina, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que está faltando “humanidade” nos prefeitos e governadores. Ele se mostrou contra as medidas de isolamento social e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também o defende neste quesito ao afirmar que o lockdown é muito rígido e possui melhores formas de lidar com a pandemia. 

“Todo homem que trabalha, toda atividade que ele exerce para levar o pão para casa é essencial. Sabemos o problema do vírus, mas também do desemprego. Está faltando um pouco de humanidade por parte de governadores e prefeitos nesta questão da pandemia”, afirmou Bolsonaro. 

Os filhos do presidente da República juntamente com outros componentes do Governo, chegaram a comparar prefeitos e governadores a nazistas já que fuzilam judeus (trabalhadores) que querem tirar apenas o sustento da família. 

Leia mais: Prefeito elogiado por Bolsonaro por ‘boa condução’ na pandemia fez lockdown

Atualmente, o vírus da Covid 19 matou mais de 337 mil pessoas no país e, ontem (06), houve um novo recorde no número de mortes: quase 4,2 mil em menos de 24h. 

No evento ainda declarou satisfação com a forma que Joaquim Silva e Luna está governando o cargo e acrescentou que espera funcionar diferente de como ocorreu com Castello Branco que fez com que “os preços aumentassem muito nos combustíveis”. 

“Cumprimento aqui o general Silva e Luna, que agora irá para a Petrobras fazer um trabalho um pouco diferente, para não falar muito, do que vinha sendo feito até o momento“, afirmou, sem entrar em detalhes.

Intervenção na Petrobras e Bolsonaro

Bolsonaro interveio na estatal no mês de fevereiro e, desde lá, os investidores retiraram R$ 16 bilhões da bolsa. A estatal, de acordo com Paulo Guedes, perdeu mais de R$ 100 milhões. O intuito do presidente era fazer com que os preços diminuíssem e, como consequência, sugeriu que o CEO Castello Branco fosse alterado do cargo. Outro ponto é que o dólar disparou perante os conflitos políticos. 

Após a liberação do petista Lula por Fachin, o preço do dólar voltou a subir e passou a ter estabilidade após fazer um discurso menos agressivo que o planejado. 

Leia mais: Bolsonaro cita bíblia, lepra, aids, “comportamentos sexuais diferenciados” e mantém discurso pró cloroquina e ivermectina

 

Leia Também:

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.