Bolsonaro critica decisão de Rosa Weber sobre governador do Amazonas

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O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), a não comparecer à CPI da Covid. A autorização foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. 

Pazuello, ex-ministro da Saúde, quando depôs para a CPI disse que o governador estava ciente de que estava ocorrendo a falta de oxigênio em Manaus, mas pediu para que não houvesse intervenção

Manaus ficou sem insumos por três dias e pessoas morreram como consequência da omissão.  A CPI também deveria contar com a presença do ex-governador do Rio de Janeiro. Mas, não se sabe ao certo se ele também será dispensado. Nas próximas semanas deve comparecer o presidente da empresa responsável por fornecer os insumos para Manaus. 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, argumenta que não é possível interrogar governadores durante uma CPI federal. 

Se for comprovado que o presidente Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade, o mesmo pode ficar impedido de concorrer para as eleições de 2022.

De acordo com a pesquisa liberada hoje (10) pelo Poder Data, a popularidade do ex-presidente e petista Lula cai sete pontos percentuais no segundo turno e Jair parece ter recuperado pontos de reputação. Entretanto, o valor ainda é muito baixo. 

Bolsonaro ironiza decisão

“Então quem quiser não precisa vir não. Eles querem investigar quem mandou o dinheiro e não quem, possivelmente, talvez, tenha desviado. E pode comparecer e ficar quieto também”, ironizou Bolsonaro. 

O presidente defendeu, antes mesmo do início da CPI da Covid-19, que os governadores também fossem investigados por desvios de verbas que foram destinadas para a pandemia. 

Atualmente, o Brasil se aproxima da marca de 480 mil mortos e 17 milhões de casos. 

Na tarde de terça-feira (08), estava sendo interrogado o ministro da saúde, Marcelo Queiroga. Ele admitiu que não havia lido a bula da vacina e que estava aplicando errado.

Elcio Franco (09) disse que não comprou a vacina porque ela estava em fase de teste e que ainda não era segura. Em ambos os depoimentos, foram questionados sobre a falta de verbas e a omissão durante o gabinete paralelo. 

 

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