Bolsonaro afirma que China liberou exportação de insumos para fabricação da CoronaVac no Brasil

Segundo o presidente, os insumos que serão utilizados para a produção da Coronavac já estão em uma "área aeroportuária" prontos para serem enviados ao Brasil

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O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) publicou nesta segunda-feira (25) que a Embaixada da China no Brasil informou que estão liberados para exportação 5,4 mil litros de insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

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Após a publicação de Bolsonaro em uma rede social, o embaixador chinês Yang Wanming publicou mensagem na mesma rede, mas não falou especificamente sobre a informação dada pelo presidente.

“A China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance. A União e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”, escreveu o embaixador.

Segundo o presidente, os insumos que serão utilizados para a produção da Coronavac já estão em uma “área aeroportuária” prontos para serem enviados ao Brasil.

“A Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5400 litros de insumos para a vacina Coronavac foi aprovada e já estão em área aeroportuária para pronto envio ao Brasil, chegando nos próximos dias”, escreveu Bolsonaro.

Insumo para a Coronavac

O Butantan depende da liberação de uma nova remessa de insumos da China para retomar o envase de doses da CoronaVac em São Paulo, afirmou na segunda-feira (18) o diretor-presidente do instituto, Dimas Covas.

Na semana passada, o governo de São Paulo já previa receber nesta semana os 5,4 mil de litros, o que permitirá a produção de 5,5 milhões de doses da vacina, segundo informou o blog de Julia Duailibi.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que se reunirá com o embaixador chinês nesta terça-feira (26) para tratar do assunto. Junto à mensagem que escreveu, Bolsonaro postou uma foto ao lado do presidente da China, Xi Jinping.

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1 comentário
  1. […] oferecida pela pandemia para se tornarem globais. É o caso, por exemplo, da Sinopharm e da Sinovac, que fornece as vacinas para o Brasil em parceria com o Instituto Butantan. As farmacêuticas chinesas já fizeram acordos ou doaram as […]

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