Bitcoin pode ser arma financeira chinesa, diz cofundador do Paypal

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O cofundador do PayPal, Peter Thiel, afirmou em algumas entrevistas e reuniões que a China está se preparando para ganhar Bitcoin ao usar armas financeiras de forma mais silenciosa. Neste caso, pode-se entrar tanto a futura YUAN que é uma moeda digital chinesa que não tem cobranças por transferências internacionais ou então o Bitcoin que, somente no Brasil, está custando a faixa de R$ 320 mil. 

“Eu me pergunto se neste ponto o Bitcoin também deve ser considerado em parte como uma arma financeira chinesa contra os EUA, onde ameaça o dinheiro fiduciário, mas ameaça especialmente o dólar americano”, disse Peter. 

De acordo com o mesmo, principalmente o Yuan digital ameaça o dólar. Atualmente, existe a burocracia de conversão do dólar e também do pagamento de taxas pelos bancos. Por exemplo, paga-se uma quantia para receber dinheiro do internacional em sua conta Paypal. Contudo, os planos da China são voltados para que essas taxas deixem de existir.

Dessa forma, um agricultor no interior de Santa Catarina poderá receber da China e de qualquer outro país através de uma plataforma própria. 

Controle do governo: Bitcoin x Yuan

Diferente do Bitcoin, o Yuan pode ser rastreado pelo governo. Já no caso da criptomoeda, foi criada justamente para que se pudesse fazer a compra de serviços ilegais como de pornografia infantil ou de outros trabalhos.

De acordo com Pompeo, a criação irá impulsionar ainda mais o controle do governo já que, por ser digital e não ter impressões (dinheiro físico), pode-se saber até mesmo os centavos gastos por cada indivíduo e tudo o que o mesmo tem comprado. 

“Se o Bitcoin é comprado na China, então talvez de uma perspectiva geopolítica os EUA devam fazer algumas perguntas mais difíceis sobre exatamente como isso funciona”, disse ele no seminário. 

O Bitcoin já está sendo controlado pelo governo, apesar de não ser rastreado. Um exemplo é a Argentina que começou a cobrar taxas para cada transação realizada. A China argumenta que a criptomoeda gasta muita energia e calor no país devido ao processamento, não senso sustentavelmente viável. 

 Leia mais: Bloomberg diz que bitcoin pode chegar a US$ 400 mil em 2021

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