Bia Kicis comenta denúncia do MP-SP a líder do MBL

Deputada comparou o líder do MBL a José Dirceu.

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A deputada federal Bia Kicis (PSL), eleita pelo Distrito Federal, fez nesta segunda-feira (26) uso de seu perfil oficial na rede social Twitter para comentar a denúncia oferecida pelo Ministério Público de São Paulo a um dos líderes do Movimento Brasil Livre, Renan Santos.

Por meio do tweet, Bia Kicis escreveu: “Ministério Público denuncia Renan Santos, líder do MBL e outras pessoas por atividade criminosa como fraude à licitação, corrupção e tráfico de influência. Renan Santos é conhecido como o Dirceuzinho do MBL, referência a José Dirceu, responsável pelas articulações do PT”.

O tema repercutiu entre os internautas: “O escândalo dos R$400 milhões da família, e agora o Renan dos Santos tem mais essa denúncia! Só falta mais uma pra pedir música no Fantástico!”, afirmou um. Já outro afirmou: “O Brasil AGRADECE!!!”.

Comentários de Renan Santos

O líder do MBL fez uso de seu perfil na rede social Twitter para comentar as notícias que envolvem seu nome. Durante a tarde, Renan Santos escreveu: “E GALERA, SÓ AVISANDO: Quem me acusar levianamente de qualquer coisa, será visitado pelo Sr. Processinho! Já tem Bolsogado à rodo printado. Acusou, vai me pagar”, continuando em seguida: “E pq digo isso? A própria “denúncia” do MP contra mim não inclui “corrupção” e “fraude em licitação”. Quem o fizer, será acionado”.

Renan Santos também pontuou que: “Não tenho qualquer relação com a vida profissional do Sr. Alessander Mônaco, que era apenas um dentre milhares de outros fãs e doadores do MBL”.

Na sequência dos tweets, afirmou: “E os valores que ele doava publicamente no superchat do YouTube — AO VIVO, COM SEU NOME! — aberto para todo o Brasil não chegam sequer a R$30mil reais em um ano! Se contarmos o abatimento de 30% do Google, não dá sequer R$2mil mensais. Que tipo de “gênio” faria um “esquema” desses?”.

E concluiu: “Por fim, minha reflexão: vivo, hj, as consequências política do estado policialesco e do espetáculo de denúncias que inconscientemente ajudei a fomentar. Não é essa a justiça que imaginava defender quando saí às ruas pra defender o próprio MP em 2013. Ironias de um país maluco”.

Conteúdo da denúncia

A denúncia foi assinada pelo promotor Marcelo Batlouni Medroni, no último dia 22 e apura um suposto esquema que ocasionou em crimes de tráfico influência, dispensa e fraude em licitação, além de corrupção passiva. Na peça apresentada por Medroni foi apontada a relação entre os acusados e detalhado a “lógica do estratagema criminoso”.

O promotor apontou que Alessander Monaco teria mantido uma relação próxima com o MBL, em especial com o líder, Renan Santos: “através de tráfico de influência política, conseguiram a contratação, pelo seu Presidente Nourival Pantano Jr., de Alessander Monaco Ferreira na IMESP; em cargo comissionado —sem concurso público”.

E continuou: “Uma vez trabalhando na IMESP, Alessander Monaco Ferreira: realizou doações via superchat para o MBL, de valores correspondentes ao seu salário daquela função pública, como forma de retribuir o ‘favor’ correspondente àquela contratação na IMESP e trabalhou no sentido de articular fraudes em licitações e contratações de empresas através de dispensa e inexigibilidade de licitações”.

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