Balança comercial tem superávit de US$ 3,485 bilhões até a 2ª semana de abril

Exportações disparam 64,3%, enquanto importações avançam 51,3%

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A balança comercial brasileira chegou à segunda semana de abril com superávit de US$ 3,485 bilhões. Segundo dados do Ministério da Economia, o valor acumulado no quarto mês do ano é resultado da subtração das exportações (US$ 8,67 bilhões) pela importações (US$ 5,19 bilhões).

A saber, superávit é registrado quando há mais exportações do que importações. Contudo, quando acontece o contrário, com mais importações, registra-se déficit comercial. Já a corrente de comércio atingiu US$ 13,86 bilhões no mês, o que equivale a 59,2%.

De acordo com o Ministério da Economia, o acumulado anual da balança comercial até agora indica um superávit de US$ 11,39 bilhões. Nesse caso, as exportações somam US$ 64,32 bilhões, após uma alta de 19,8%. Por sua vez, as importações subiram 14,2% e atingiram US$ 52,93 bilhões.

A propósito, considerando apenas a segunda semana de abril, as exportações chegaram a US$ 6,593 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 4,467 bilhões. Isso gerou um superávit de US$ 2,126 bilhões, contribuindo para o resultado anual. Já a corrente de comércio ficou em US$ 11,06 bilhões.

 

Veja os destaques das importações e exportações

Em resumo, a média diária das exportações até a segunda semana de abril, em relação ao mesmo período de 2020, avançou 64,3%. Isso aconteceu graças ao resultado de 2020 (US$ 1.445,6 milhões), superior ao registrado no ano passado (US$ 879,69 milhões).

O levantamento indicou que a disparada de 86,5% vendas da indústria extrativa puxou as exportações em abril. Já o setor agropecuário teve um avanço um pouco menos expressivo (53,2%). Por sua vez, a indústria de transformação subiu 61,4% no período.

Do lado das importações, a média diária até a segunda semana de abril de 2021 superou em 51,3% a média de abril do ano passado. Isso porque o valor passou de US$ 571,55 milhões, em 2020, para US$ 864,75 milhões, neste ano.

Por fim, a compra de produtos da indústria de transformação disparou 57,7%, maior avanço do período. Já as importações da indústria extrativa teve leve alta de 0,5%. Em contrapartida, a agropecuária despencou 11,1%, limitando o crescimento das importações.

 

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