Auxílio emergencial: Pacheco defende volta do pagamento em MARÇO

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, ainda não divulgou quais são os valores do auxílio emergencial, mas já se sabe que será entre R$ 250 e R$ 300, totalizando a soma de R$ 1000 ao fim do benefício. O objetivo é injetar mais de R$ 34,2 bilhões na economia.

A PEC emergencial deve ser votada amanhã (24) e incluiu algumas medidas para que não houvesse o gasto excessivo do governo. O salário dos servidores, que corria o risco de ser cortado em 25%, não entrou para somar dentro dos textos e ficou fora de cogitação: ele poderia diminuir o PIB em 1,4%. 

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Se o texto for aprovado, acredita-se que a primeira parcela do auxílio emergencial comece a entrar em vigor no próximo mês, em março. O ministro da Economia afirmou que não poderiam fornecer o benefício sem que ela fosse assinada: o Brasil já possui uma dívida de R$ 700 bilhões devido a pandemia  e os gastos excessivos. 

Na semana passada, Pacheco havia defendido que o valor fosse de R$ 300, mas ainda não se sabe exatamente o que deve ser aprovado. Bolsonaro é contra a volta mas está cedendo devido a pressão dos mais de 22 milhões de pobres que surgiram no primeiro bimestre de 2021, um aumento de 30%. 

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Auxílio emergencial e o poder de aumentar o PIB

Segundo as pesquisas do Manchetes do Dia, o auxílio emergencial ajudou para que os pequenos comércios se mantivessem com as portas abertas já que permitiu que os consumidores tivessem condições de fazer compras.

Economicamente, esse é um fato positivo e garantiu que o PIB não caísse mais 4% do que seria previsto para o ano de 2020. Algumas regiões e estados como Santa Catarina, tiveram o aumento de empresários e aberturas de lojas em 14% e a queda econômica foi inferior à do Reino Unido. 

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