Auxílio Emergencial e Bolsa Família: Fique ATUALIZADO com o resumo da semana; confira

Confira as últimas novidades dos benefícios

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Diante das inúmeras informações que são lançadas todos os dias a respeito do Auxílio Emergencial 2021 e do Programa Bolsa Família (PBF) pode ser difícil acompanhar e ficar por dentro de todos os acontecimentos. Sendo assim, este artigo traz um resumo das principais notícias da semana para que você fique atualizado.

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Resumo da semana com as notícias principais do auxílio emergencial e bolsa família
Resumo da semana com as notícias principais do Auxílio Emergencial e Bolsa Família

Saques da 6ª parcela do auxílio emergencial

Acompanhe as liberações de saque em dinheiro da semana:

Grupo Fora do Bolsa Família

  • Nascidos em outubro: no dia 18 de outubro;
  • Nascidos em novembro: no dia 19 de outubro;
  • Nascidos em dezembro: no dia 19 de outubro.

Créditos da 7ª parcela do auxílio emergencial

Acompanhe o início de novo ciclo do benefício:

Grupo do Bolsa Família

  • NIS final 1: no dia 18 de outubro;
  • NIS final 2: no dia 19 de outubro;
  • NIS final 3: no dia 20 de outubro;
  • NIS final 4: no dia 21 de outubro;
  • NIS final 5: no dia 22 de outubro.

Grupo Fora do Bolsa Família

  • Nascidos em janeiro: no dia 20 de outubro;
  • Nascidos em fevereiro: no dia 21 de outubro;
  • Nascidos em março: no dia 22 de outubro;
  • Nascidos em abril: no dia 23 de outubro;
  • Nascidos em maio: no dia 23 de outubro.

Auxílio emergencial não será prorrogado

Não haverá nova prorrogação do auxílio emergencial 2021, de acordo com a declaração do ministro da Cidadania, João Roma na quarta-feira (20).

“O auxílio emergencial será finalizado em outubro, este mês será o pagamento da última parcela do auxílio”, afirmou.

O ministro ainda lembrou que o programa, lançado em abril de 2020, distribuiu cerca de R$ 359 bilhões entre 2020 e 2021 nas duas etapas do auxílio: nove parcelas no ano passado, e sete este ano, de abril a outubro.

“Desta maneira, estamos chegando agora no mês de outubro ao final do auxílio emergencial”, disse o ministro.

De acordo com Roma, a partir de novembro terá início o Auxílio Brasil, programa que vai substituir o Bolsa Família e elevar o valor pago aos beneficiários.

Novo Bolsa Família

Na quarta-feira (20), o ministro da Cidadania, João Roma, anunciou que o Auxílio Brasil terá um reajuste permanente de 20% em relação aos valores pagos atualmente no Bolsa Família. Ainda mais, afirmou que o novo programa, que passa a substituir o Bolsa Família e o Auxílio Emergencial, começa a ser pago em novembro.

Ainda mais, de acordo com o ministro, por determinação do presidente Jair Bolsonaro, será criado um “benefício transitório” para que as famílias recebam, até o fim de 2022, ao menos R$ 400 mensais.

No entanto, o ministro não entrou em detalhes sobre as fontes de recursos para viabilizar tais pagamentos.

João Roma explicou que o governo quer pagar, entre novembro deste ano e dezembro de 2022, um “benefício transitório” para que cada família receba, no mínimo, R$ 400 mensais.

“Estamos estruturando um benefício transitório que funcionaria até dezembro do próximo ano e teria por finalidade equalizar o pagamento desses benefícios, para que nenhuma destas famílias beneficiárias recebam menos de R$ 400”, explicou.

Cerca de 20 milhões de pessoas ficarão sem benefício em novembro

A partir de novembro, ao menos 20 milhões de pessoas que atualmente recebem o auxílio emergencial ficarão sem nenhum tipo de benefício.

Isso porque o Governo tomou a decisão de não aplicar nova prorrogação do auxílio emergencial 2021, como mencionado.

Sendo assim, a sétima e última parcela do benefício tem os créditos realizados ainda nesse mês de outubro, e a etapa de liberação de saques, para aqueles beneficiários fora do Programa Bolsa Família (PBF), segue até novembro.

No entanto, apenas parte dos atuais beneficiários do auxílio emergencial terão direito ao enquadramento no Auxílio Brasil.

Aproximadamente 20 milhões de pessoas não estão no Cadastro Único, e também não estão na fila do Bolsa Família. Dessa forma, não devem ingressar no Auxílio Brasil até dezembro.

Ainda mais, cerca de 5 milhões de beneficiários do auxílio emergencial estão no Cadastro Único, mas não no Bolsa Família.

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