Antonia Fontenelle abre o jogo sobre Tim Maia e ataca Juliette: “Irresponsável”

A Youtuber não gostou nada de ser chamada de xenofóbica pela ex-BBB

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Antonia Fontenelle repercutiu nas redes sociais, nesta quinta-feira (25), após ser entrevistada para o canal do Youtube de Juju Salimeni. A atriz abriu o jogo sobre os processos que enfrenta na Justiça, em especial ao ser acusada de xenofobia por se referir à DJ Ivis como “paraíba”.

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“Eu chamei o DJ Ivis de ‘paraíba’ e eu respondo a um processo criminal de um delegado de lá. Com a Juliette fazendo coro a isso, dizendo que eu era xenofóbica, que é um crime racial seríssimo”, desabafou Antonia, que continuou: “Mas importante é entender que eu estava com muita raiva e me dirigia a um cara que arrebentava uma mulher na porrada na frente de uma criança, na frente da mãe dela… Errei na forma, no conteúdo, jamais! Não retiro nada. Eu devia ter falado isso de outra forma”.

Para ela, Juliette foi irresponsável por tratá-la daquela maneira: “Uma mulher que eu acho absolutamente irresponsável, que é a queridinha do momento, com nem sei quantos milhões de seguidores disfarçadamente, com a vozinha mansa, dizer que eu sou xenofóbica. Quando eu vi aquilo pensei ‘1,2,3… vai me fod**’. Dito e feito. Agora, se eu não sou quem eu sou, ela teria me enterrado em dois minutos. Isso é muito sério. Não perdi um seguidor. Meus seguidores me conhecem. Mas e o aborrecimento disso? Ter que ir à delegacia depor. É um inferno”.

Antonia também relembra encontro com Tim Maia

A Youtuber, que pretende votar em Bolsonaro em 2022, também aproveitou para falar de Tim Maia durante a entrevista. Ela conta que, quando conheceu o músico, trabalhava em uma loja de sapatos e tinha dificuldades em ajudá-lo a vestir o calçado por conta de seu “pé gordo”.

“Eu trabalhava numa loja de sapatos no Rio Sul e fui atender o Tim Maia. Eu tentando enfiar o sapato naquele pé gordo dele que não entrava. E o Tim Maia suando. E eu falava: ‘ah, você tá pingando suor em mim’. Na época eu fazia faculdade de artes cênicas na Faculdade da Cidade. Todo mês ele ia. Ele nem precisava de nada. Ia pra eu bater cota”, revela Antonia.

De acordo com ela, no entanto, os dois eram bons amigos: “Ele pedia cinto e eu dizia: ‘pra que você quer cinto? não vai caber!’. E ele: ‘não interessa! Não quer vender, não?”. Eu sentia que ele ia só pra me ajudar”.

 

 

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