Afastamento do trabalho devido ao distanciamento social permanece em queda

O indicador vem apresentando taxas menores desde o início da pesquisa, com a redução nas medidas restritivas

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O afastamento do trabalho devido ao distanciamento social continua caindo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em suma, das 84,7 milhões de pessoas ocupadas em novembro, 4,4 milhões estavam afastadas do trabalho, o que representa uma redução de 5,4% em comparação com agosto. Aliás, deste grupo, 2,1 milhões se afastaram devido ao distanciamento social. Nesse caso, o recuo foi de 10,9%. 

A saber, os indicadores estão apresentando queda em suas taxas desde o início da pesquisa, em maio. Em resumo, isso vem acontecendo graças à diminuição do distanciamento social. As quedas acumuladas estão em 76,6%, para pessoas afastadas do trabalho, e 86,7%, para os afastados por conta do distanciamento social.  

O IBGE divulgou as informações das Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid-19) nesta quarta-feira, dia 23. 

 

Veja outros dados dos afastamentos

De acordo com o IBGE, entre as unidades da Federação, o Amapá apresentou a maior proporção para o indicador, chegando a 6,9% das pessoas ocupadas. Ainda segundo a pesquisa, 6,6% das pessoas a partir dos 60 anos continuam afastadas do trabalho em função da pandemia da Covid-19. Houve uma redução de 0,6 ponto percentual na proporção, visto que a taxa em outubro chegava a 7,2%. Ao mesmo tempo, no mês passado, 3,6% das mulheres estavam afastadas do trabalho, ante 4,1% no mês anterior. Já a taxa para os homens ficou em 1,7% em novembro, ante 1,8% em outubro. 

 

Por fim, os grupamentos da administração pública, defesa e seguridade social, educação e saúde registraram o maior percentual de pessoas afastadas (5,8%). Por outro lado, os empregadores (1,1%) e os trabalhadores por conta própria (1,2%) tiveram a menor taxa de afastamento devido à pandemia. Na sequência, vieram empregados do setor privado, sem carteira de trabalho assinada (1,7%) e com carteira assinada (2,1%).

 

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