49% dos brasileiros consideram Jair Bolsonaro ruim ou péssimo

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De acordo com a pesquisa que foi publicada pelo Exame, mais de 49% de todos os entrevistados consideram o presidente Bolsonaro como ruim ou péssimo. Os dados foram publicados nesta sexta-feira (11) através do IPEA. 

Segundo o Poder Data, quando o presidente é comparado ao petista Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, ganha por sete pontos percentuais. Entretanto, no quesito geral, sem envolver as eleições, o petista conta com 43% de popularidade e preferência enquanto Bolsonaro conta com 27%. 

Outra pesquisa que foi publicada pelo Poder Data mostra que 55% dos brasileiros são contra a decisão do presidente Bolsonaro em fazer a Copa América no Brasil. 

Essas estão sendo uma das primeiras pesquisas que foram liberadas após a iniciação da CPI que tem como objetivo investigar quais são as omissões do governo federal nesta pandemia. 

O estudo, que foi publicado pelo IPEA, argumenta que cerca de 23% da população o considera como bom ou ótimo. Cerca de 2% dos entrevistados não souberam opinar. 

Bolsonaro e o aumento da popularidade

Existem vídeos desde anos de 2011 quando o presidente Bolsonaro criticou o Bolsa Família e dizia que era obra do Partido dos Trabalhadores para controlar a população mais pobre. Em 2020, o mesmo dizia que o auxílio emergencial não poderia ser considerado como uma aposentadoria.

Entretanto, após as liberações de dados mostrando que o mesmo perdeu a popularidade em zonas periféricas e que Luiz Inácio Lula da Silva estaria sendo considerado Ficha Limpa e poderia se candidatar em 2022, mudou a cartilha e passou a investir em programas sociais.

Agora, o objetivo do governo é prorrogar o auxílio emergencial até o mês de outubro, quando o Bolsa Família deve ter aumentos de 50% e será a transição. 

Além do BF, deve ser criado o voucher creche. O voucher creche serve para responsáveis por crianças de até 3 anos que desejam colocá-las na escola privada. O governo pretende gastar, anualmente, cerca de R$ 6 bilhões para fornecer o benefício que deve ter a média de R$ 250. Professores e pais argumentam que o valor foge da realidade visto que as escolas privadas chegam a cobrar mais de R$ 1000 por um horário integral. 

 

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